Virada Cultural no Centro da Cultura Judaica - 15 e 16 mai 2010


Centro da Cultura Judaica

Rua Oscar Freire, 2500, Sumaré
O Centro da Cultura Judaica é um espaço de referência e convivência, aberto ao público e com programação gratuita.
18h00
Contação de Histórias – Clara Haddad, Dan Yachinsky, Gislayne Matos e Ana Luisa Lacombe
dia 15 às 18h. Duração: 150min.
O 5º Encontro de Contadores de Histórias conta com Clara Haddad(Lisboa - Portugal),Dan Yachinsky (Toronto - Canadá), Gislayne Matos (Belo Horizonte, Clara  e Ana Luísa Lacombe como mestre de cerimônia
5º Encontro de Contadores de Histórias do Centro da Cultura Judaica. Este ano o encontro conta com a presença de contadores de histórias de diferentes lugares: Clara Haddad(Lisboa - Portugal),Dan Yachinsky (Toronto - Canadá), Gislayne Matos (Belo Horizonte). Ana Luísa Lacombe será a mestra de cerimônia neste começo de Virada Cultural. Duas horas de histórias judaico-árabes.
20h15
Show de Dança Árabe – Sálua Cardi, Naima Aleo, Jéssica Sabbag, Rafaella Sabbag e Amanda Nadirah
dia 15 às 20h15. Duração: 30min.
Maktub, deixe acontecer!
De origem egípcia esta dança vem encantando há milênios, talvez por representar o mistério da origem da vida e por reverenciar o ventre de uma forma sagrada!
Com Sálua Cardi
De origem egípcia esta dança vem encantando há milênios, talvez por representar o mistério da origem da vida e por reverenciar o ventre de uma forma sagrada!
Com Sálua Cardi, Naima Aleo, Jéssica Sabbag, Rafaella Sabbag e Amanda Nadirah.
21h30
Show – Mawaca
dia 15 às 21h30. Duração: 120min.
O MAWACA é um grupo que pesquisa e recria a música das mais diversificadas culturas do globo. Nesse show da Virada Cultural, foi elaborado um repertório especial com canções hebraicas e árabes.
O MAWACA é um grupo que pesquisa e recria a música das mais diversificadas culturas do globo. É formado por seis cantoras que interpretam canções em mais de quinze línguas acompanhadas por um grupo instrumental acústico: acordeom, violoncello, flauta e sax soprano, contrabaixo, além de percussão como tablas indianas, derbak árabe, djembés africanos, berimbau, vibrafone e pandeirões do Maranhão.
O Mawaca exemplifica com sua música questões que passam pelo pluralismo cultural. Assim, busca abrir olhos e ouvidos sobre questões ligadas à tolerância religiosa assim como às diferenças raciais. Com a lingua como linguagem universal, o Mawaca transcende barreiras geográficas e ideológicas e buscar fazer compreender que as diferenças entre os povos são mais do que bem-vindas, não importa a origem ou a crença.
Nesse show da Virada Cultural, foi elaborado um repertório especial com canções hebraicas e árabes, apresentando as diversas influências, as variações decorrentes da multiculturalidade característica do povo paulistano que consegue mesclar tradições de forma mais aberta. O repertório passa pelas diferentes tradições hebraicas como a yemenita, a sefaradita, assim como canções árabes que têm origem comum com a cultura hebraica, buscando acrescentar alguns traços de brasilidade.
O show terá a participação especial de Thomas Howard no violão e guitarra flamenca.
0h00
Workshop de Culinária – Breno Lerner
 dia 16 à 0h. Duração: 120min.
O shouk, verdadeira instituição em qualquer cidade do Oriente Médio, também está presente em Israel. Escolhemos este tema para a Virada 2010 porque os shouks, bazares e mercados são refúgios e fiéis companheiros da madrugada, oferecendo abrigo, companhia e conforto pela comida e bebida a todos que os procuram. Dentro do espírito desta Virada Árabe, vamos a algumas receitas que usam ingredientes ou até comidinhas típicas do shouk.
Para beber, a mais clássica bebida dos shouks, Karkady, chá gelado da flor de hibisco, trazida do shouk de Assuan, especialmente para vocês.
0h30
Maratona de Dança Árabe e Judaica – Allon Idelman, Ieda Bogdanski, Naima Aleo, Sabrina Strul e Sálua Cardi
dia 16 às 10h. Duração: 60min.
Com sua delicadeza e musicalidade, Ilana Pogrebinschi irá contar contos de origem sefaradi, utilizando-se de pequenos objetos e instrumentos.
Após a apresentação haverá visita monitorada à  exposição de Paulina Pinsky e uma oficina. Mesmo que a criança já tenha participado de uma visita monitorada poderá repetir o passeio, pois cada monitoria é relativa à história contada no dia e à oficina.
Após a apresentação, teremos uma visita monitorada à exposição "Paulina Pinsky - 20 anos de pintura" e uma oficina para pais e filhos, oferecidas pelos Educadores CCJ.
10h00
Sipurim – Hora da História – Ilana Pogrebinschi
dia 16 às 15h. Duração: 180min.
A Berinjela tem uma história antiga e muito ligada ao povo judeu. As primeiras referências conhecidas estão em um almanaque chinês mas há registros de passagens pela Índia e Pérsia.
A Berinjela tem uma história antiga e muito ligada ao povo judeu. As primeiras referências conhecidas estão em um almanaque chinês de agricultura (500 a.C.) mas há registros de passagens pela Índia e Pérsia e espalhou-se pelo mundo árabe durante a invasão moura chegando na Espanha.
Já tradicional e muito consumida entre os árabes, acabou sendo também muito apreciada pelos Sefaradi, estando até hoje entre os vegetais (frutas...) mais consumidos em Israel.
15h00
Workshop de Culinária para Pais e Filhos: a Injustiçada e Deliciosa Berinjela – Breno Lerner
dia 16 às 15h. Duração: 180min.
A Berinjela tem uma história antiga e muito ligada ao povo judeu. As primeiras referências conhecidas estão em um almanaque chinês mas há registros de passagens pela Índia e Pérsia.
A Berinjela tem uma história antiga e muito ligada ao povo judeu. As primeiras referências conhecidas estão em um almanaque chinês de agricultura (500 a.C.) mas há registros de passagens pela Índia e Pérsia e espalhou-se pelo mundo árabe durante a invasão moura chegando na Espanha.
Já tradicional e muito consumida entre os árabes, acabou sendo também muito apreciada pelos Sefaradi, estando até hoje entre os vegetais (frutas...) mais consumidos em Israel.
18h00
Concerto de Música Árabe – Sami Bordokan, Cláudio Kairouz, William Bordokan e Mauricio Mozayek
dia 16 às 18h. Duração: 90min.
De origem libanesa, o cantor e alaudista Sami Bordokan resgata a cultura de seus ancestrais em um concerto de música árabe clássica executado em “Takhat Charkie” (orquestra tradicional oriental).